Nestlé Purina inaugura fábrica bilionária em Santa Catarina e transforma o Brasil em hub global de pet food

Nestlé Purina inaugura fábrica bilionária em Santa Catarina e transforma o Brasil em hub global de pet food

Facebook
Twitter
LinkedIn

A Nestlé Purina anunciou um dos maiores investimentos da sua história no Brasil: R$ 2,5 bilhões destinados à construção de uma nova fábrica em Vargeão, no Oeste de Santa Catarina. A unidade, inaugurada em março de 2026, marca um passo estratégico para posicionar o país como hub global de produção e exportação de alimentos úmidos em sachês para cães e gatos.

Capacidade produtiva ampliada

Com a primeira linha já em operação, a nova planta praticamente dobra a capacidade de produção de alimentos úmidos da Purina no Brasil. Além de abastecer o mercado interno, a unidade já iniciou exportações para o Chile e deve expandir para outros países da América Latina, como Colômbia e México, até o final do ano.

Sustentabilidade e inovação

A fábrica foi projetada com foco em tecnologia de ponta e práticas sustentáveis, incluindo uso de energia renovável e processos que reduzem o consumo de papel. Essa abordagem reforça o compromisso da Nestlé com a inovação e a responsabilidade ambiental, alinhando-se às tendências globais do setor de alimentos para pets.

Impacto econômico e social

O investimento bilionário não apenas fortalece o segmento de pet food, mas também gera impacto positivo na economia regional, com a criação de empregos diretos e indiretos. A escolha de Vargeão como sede da nova planta reforça o papel estratégico de Santa Catarina no mapa industrial brasileiro.

Complemento à fábrica da Nestlé Purina de Ribeirão Preto

A unidade catarinense chega para complementar a fábrica de Ribeirão Preto (SP), que opera há mais de 50 anos. Juntas, as duas plantas consolidam o Brasil como protagonista na produção de alimentos para pets, ampliando a competitividade da Nestlé Purina no mercado internacional.

Você pode se interessar por isso: Abordagem, sangue nos olhos, faca na caveira? Até quando vamos continuar agredindo nossos consumidores?

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *