Abrir um negócio em meio à pandemia parecia uma aposta arriscada. Restrições sanitárias, consumo retraído e incertezas econômicas afastaram muitos empreendedores. Mas para Richardson Carlos Nunes e Silva, ex-nadador competitivo e administrador formado pela UNIFEI, esse cenário foi o ponto de partida para uma trajetória que hoje soma duas unidades da franquia DoctorFit em Itajubá (MG) e já caminha para a terceira.
Richardson, de 33 anos, encontrou na franquia a oportunidade de unir três pilares pessoais: sua formação em administração, a disciplina adquirida no esporte e o desejo de empreender. A primeira unidade foi inaugurada em abril de 2021, em plena pandemia, com recursos mínimos e a necessidade de vender diariamente para manter o negócio vivo.
Expansão e profissionalização da gestão
O que poderia ser apenas mais uma tentativa arriscada se transformou em um modelo rentável. A proximidade com os clientes, a execução rigorosa e a gestão eficiente garantiram resultados consistentes. Em 2025, veio a segunda unidade, ampliando a presença da marca em regiões estratégicas da cidade. Agora, o plano é expandir ainda mais, com ferramentas de gestão avançadas como PDI, avaliação 360° e protocolos de auditoria interna.
Richardson atribui parte do sucesso ao suporte da franqueadora, especialmente à atuação direta da fundadora, Dra. Clarissa Rios, em casos complexos. Para ele, o negócio é mais do que números: é sobre pessoas cuidando de pessoas.
Com disciplina, envolvimento direto e foco em eficiência, o ex-atleta mostra que é possível transformar adversidade em oportunidade e construir um negócio sólido mesmo nos momentos mais desafiadores da economia.
Raio-X da Franquia DoctorFit
- Investimento inicial: R$ 170 mil
- Área mínima: 60 m²
- Funcionários por unidade: 2
- Faturamento mensal: R$ 20 mil a R$ 30 mil
- Royalties: R$ 1.320 ou 6% do faturamento bruto
- Fundo de publicidade: R$ 500/mês
- Prazo de retorno: 16 a 20 meses
- Contrato: 4 anos
- Lucro líquido mensal: 30% a 40%
Você pode se interessar por isso: Abordagem, sangue nos olhos, faca na caveira? Até quando vamos continuar agredindo nossos consumidores?


